A maioria dos defeitos morfológicos é devido a uma soma de genes recessivos que permanecem ocultos nas aves, e que, produzem efeitos negativos como defeitos físicos, se não se eliminar a reprodução desses indivíduos.
Alguns defeitos físicos mais comuns são:
A queda da cauda ou cadente, geralmente motivado por um defeito na musculatura caudal, que não está solidamente ligada aos ossos pélvicos ou a falta de músculo ou anatomia patológica da pelve. Quanto mais longa for a cauda, maior sera a falha, que normalmente é transmitida de uma parte dominante, pois na mesma ninhada aparecem aves afectadas por este problema, podendo no entanto ser portadoras deste defeito em maior ou menor grau.

Outro defeito muito comum é o papo descaído. A origem deste problema poderia ser a dilatação do intestino da ave, que não é devido a causas patológicas, se não a falta de tônus muscular nos músculos peitorais, que decorrem da estrutura do peito, que tende a ser estreita e impede que os músculos realizar a expansão.
Outro defeito menos comum é o corte no pescoço, o que faz a cabeça ficar fora da linha do dorso, que vê a sua linha interrompida nessa região. Ocorre em aves de ambos os sexos, mesmo que os pais não apresentem esse problema, surgindo de um gene recessivo, podendo estar ligado a aves de tamanho pequeno, com pouco músculo e uma cabeça pequena, em exemplares de baixa qualidade.

Figura Nº 4, uma ave com asas caídas e destacadas do corpo, de forma sobrecarregada, de cabeça erguida e plana. Felizmente, este defeito ou conjunto de defeitos, não é frequente, não devendo ser usados para reprodução. Outros defeitos podem ser confundidos com doenças virais, paralisias ou trauma.
Artigo parcialmente retirado de:
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